terça-feira, 29 de outubro de 2013 0 comentários

A cidade cinza clama por cor

Cada pintura é um rolê, um dia diferente e novo, uma história de vida...
domingo, 18 de novembro de 2012 0 comentários

Nascer do sol a pôr do sol

Quando se ama o que faz você quer fazer sempre que possível.
A vibe de ontem foi essa, eu e mais dois amigos da BBC fomos na Blink (Fordiesel) na Augusta onde rolou até uma mini pista de skate!
Não foi como esperávamos uma mini ramp completa, porém a diversão foi garantida.
Fomos a convite da minha amiga Manuela Maia que quando disse da pista não precisou de mais argumento algum. Diga para skatistas que seu evento terá uma pista e você terá o apoio deles, afinal skate sempre teve esse lance de fazer com os recursos disponíveis e descobrir que nem tudo esta relacionado com o dinheiro.
Um rolê de skate não gasta muita grana e ainda tem o apoio dos amigos que sempre ajudam na intera.
A balada começou eram 23:30 e compramos algumas Budweiser enquanto aindam montavam a rampa no palco do 2ª andar da pista de dança.
A galera começou a adentrar o local e a lotar os espaços, antes vazios. Enquanto isso começamos a aquecer as manobras em um espaço com ótimo chão perto do DJ lá no fundo. Depois de um tempo a pista ficou pronta, mas percebemos que la no palco não ia rolar porque se escapasse o skate poderia acertar as pessoas que dançavam lá em baixo, então, optamos, juntamente com os organizadores do evento, em levar a pista la pro andar de baixo e liberar o palco pra galera também, assim sobrava um espaço para andarmos lá em baixo. E foi assim que ocorreu, precisamos de umas 5 pessoas lá em baixo para transportar a rampa.
Deixamos ela paralela a parede para poder encaixar mais manobras e as pessoas abriram o espaço como um corredor para nós, foi radical.
Mandei um rock´roll to fakie, rock´roll reverse, f/s ollie e o skatista próximo de mim encaixou um hellflip muito alto na transição, foi pesado.
Percebi que haviam mais skatistas agora e quando um errava o outro encorajava, foi mesmo maneiro. 
Depois de um tempo as músicas ficaram melhores quando começou a tocar Linkin Park - In The End e a galera começou o bate-cabeça, Lá no palco uma garota começou a gritar para fazerem uma corrente humana lá em baixo e depois de alguns minutos pulou de lá de cima. O Palco tinha uns 3 metros, se não me engano. A balada rolou até as 06:00, mas saimos 05:00 porque o Gabriel queria ir embora e acabou convencendo eu e o Misael também. Pagamos nossa comanda, saímos da balada frente a rua Augusta e descemos de skate até a praça Roosevelt para conversarmos um pouco até cada um pegar seu rumo.
Subi a Augusta depois para trombar meu brother Matheus e fui dormir na casa dele, afinal é dormir para acordar depois andar de skate né, rolê épico!
montagem mini ramp
eu testando a rampa
garota pulando do palco
transportando a rampa para a pista de dança


























terça-feira, 6 de novembro de 2012 0 comentários

La pá Lapa, uma grande furada!


Tudo começa num rolê na Praça Roosevelt que tive num domingo.
Antes de subir para a praça andei um pouco de skate no teatro municipal enquanto esperava outro amigo do meu grupo e acabei conhecendo um skatista, tal de peixe, que dizia ter alguns shapes em casa e como eu estava necessitando de um shape novo, passei meu celular pra ele e marcamos de se encontrar na segunda na Lapa, pois era a metade do caminho pros dois, sendo que ele levaria os modelos que ele tinha para eu dar uma olhada e ver se fechávamos negócio.
Depois disso, meu amigo chegou. Subimos para a Praça Franklin Roosevelt, onde estava acontecendo o protesto anti-Kassab com a presença de shows do Emicida, Criolo Doido, Karina Buhr, Thiago Petit entre outros. Curti os shows e ainda andei de skate com a galera depois até o momento que começou a chover e cada um seguiu seu rumo. Eu acabei dormindo na casa do meu amigo Matheus.
Segunda, acordei com a mensagem do Peixe dizendo pra nos encontrarmos às 17h no terminal Lapa. Respondi dizendo que iria e o Matheus concordou em ir comigo. Quando já era à tarde descobrimos qual ônibus devíamos pegar e embarcamos para a Lapa.
Chegando lá, descemos umas avenidas e acabamos achando o terminal e o bendito peixe. Percebi que o peixe não havia trazido nenhum shape e estava com uma sacola vermelha. Ele disse para eu dar o dinheiro que ele iria passar no shopping da Lapa (que ficava do outro lado da rua) e compraria um shape da Santa Cruz por 50,00 com um amigo dele em uma skate shop, pois esse amigo vendia mais barato pra ele. Santa Cruz é um dos melhores, senão o melhor shape de skate e seus preços variam a partir de 180,00. O Peixe ainda pediu para eu ficar com sua sacola vermelha, na qual disse que havia uma calça na qual ele havia acabado de comprar.
O Peixe disse que voltaria em 10 minutos. Quando se passaram 20 minutos eu decidi ligar, e ele disse que logo voltaria e que estavam pegando o shape no estoque. Pediu-me para esperar no Mcdonalds porque ele iria comer um lanche e já iria pra lá.
Eu e o Matheus ficamos esperando no Mcdonalds. Olhei no relógio. Haviam passado mais 20 minutos. Liguei novamente pro Peixe e ele não atendia mais.
Furada. Finalmente a ficha caiu. Ele planejou tudo, até o lance de deixar a calça comigo para eu não desconfiar que ele fosse voltar.
Ao mesmo tempo em que minha cabeça explodia de raiva e vingança, tentei relaxar e ignorar o ocorrido. Abrimos a sacola e lá estava: uma calça usada, rasgada no bolso direito traseiro e nas barras. Por ideia do Matheus, fomos atrás de um mendigo para dar a calça quando avistei um deitado dentro de uma agência do HSBC. Entrei e ofereci a calça, ele sorriu, agradeceu e concordou em me deixar tirar uma foto.
Mais aprendizado. Mais um rolê. Mais fotos.  Menos 50,00 na carteira. 




















A  esquerda: O "dingão" segurando a bendita calça.

A direita: O "Leprex", antes de darmos a calça.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012 1 comentários

Uma noite na Paulista


Há algumas semanas, meu primo me levou para conhecer a Av. Paulista. Lá, eu descobri o lugar mais legal do mundo! É uma livraria que tem mais ou menos uns três andares e está repleta de tudo o que um bom leitor ama. 
Fiquei simplesmente pasma com a quantidade de livros em um único lugar. Eu parecia uma criança na Ri Happy!
Todos os gêneros, números e grau. Lançamentos, livros para estudo e ainda tinha uma parte dedicada para cd's e dvd’s.
O mais interessante dessa livraria é que você pode ler a vontade! Ninguém te interrompe ou te proíbe, você só precisa pegar seu best seller preferido e sentar nos pufs espalhados pelo chão ou qualquer outro lugar mais confortável. Isso não é incrível?
Se você tiver alguma dúvida, pode perguntar aos funcionários, que parecem ser bem simpáticos e agradáveis. 
Eu passei uma noite fantástica e conheci vários lugares super interessantes, fiquei até com vontade de ir morar em São Paulo! HAHA Quem sabe, né?
Pra quem mora no interior como eu, a capital é um grande playground. Tem diversão pra caramba!
E o melhor de tudo, foi porque eu estava com meu primo (e melhor amigo), pude relembrar os velhos tempos, conversar, rir e passar um tempo super legal com ele. 
Espero em breve voltar na Paulista e construir novas histórias, fazer novas memórias lá.
Para quem quiser conhecer a livraria aqui está o link: http://www.livrariacultura.com.br e divirta-se!
Até a próxima guys. Câmbio Desligo. 



 
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